E para quando os nossos parques infantis abertos?

Na Urbanização onde moramos existem vários Parques Infantis que fazem as delícias das muitas crianças que por cá habitam!
No início deste ano todos eles foram vandalizados e roubaram todas as grades de protecção existentes, pois eram de alumínio e "rendem" algum dinheiro. Sendo alguns dos parques em zona ligeiramente elevadas significava que sem o gradeamento de protecção os parques não apresentavam as condições de segurança para a sua utilização e a Câmara Municipal, e muito bem encerrou-os, colocando um aviso e várias fitas de sinalização nos locais onde antes estavam as grades. A situação prolongou-se desde meados de Janeiro até finais de Maio e claro que à boa maneira portuguesa todos continuámos a utilizar os parques...
No entanto no último fim-de-semana de Maio os parques foram todos vedados, colocada a indicação de que se iriam iniciar as obras de beneficiação dos mesmos, a realidade é que já passou uma semana e ainda nada aconteceu! 

As questões que assolam a minha mente neste momento são:
Estando a situação identificada desde Fevereiro porque só nos finais de Maio se avançou com a possibilidade de intervencionar?
Quando se prevê a conclusão das obras?
Será que vamos passar o Verão sem parques infantis para as crianças da nossa urbanização?

É que numa urbanização como a nossa, com imensas crianças, que nem um jardim devidamente arborizado tem para podermos brincar ou passear, não parece muito sensato também não termos parques infantis para os nossos filhos! O que vamos fazer, fechá-los durante um Verão inteiro nos apartamentos? Já basta o Inverno minha gente!!! Vá lá devolvam-nos rapidamente os parques infantis em condições de segurança para as nossas crianças! Ah e já agora o que me dizem a um jardim arborizado?  


Cancro do Colo do Útero, a importância do Rastreio (Passa a palavra!)

Sabias que em Portugal morre todos os dias uma mulher com cancro do colo do útero?
É assustador não é?
Temos urgentemente de tomar medidas e passar a palavra a todas as nossas amigas, familiares, conhecidas, pois este cancro é daqueles que facilmente pode ser prevenido, vamos abraçar esta causa e levar todas as mulheres entre os 25 e os 65 a fazer o rastreio. Juntas vamos baixar esta média assustadora!

No âmbito do Dia Internacional da Saúde Feminina, celebrado a 28 de Maio, a Liga Portuguesa Contra o Cancro lançou uma campanha nacional de sensibilização para o cancro do colo do útero, com o apoio da Sociedade Portuguesa de Ginecologia e da Roche, que alerta a população para a importância do teste de rastreio, uma vez que se for realizado nos intervalos propostos, reduz significativamente o risco da doença, que é o segundo tumor ginecológico maligno mais frequente nas mulheres portuguesas abaixo dos 50 anos.
“As mulheres entre os 25 e os 65 anos representam o grupo de maior risco para o desenvolvimento do cancro do colo do útero, pelo que se aconselha um exame ginecológico regular nestas faixas etárias, de forma a assegurar a detecção atempada. O objectivo é alertar para a importância dessa vigilância, promovendo as consultas médicas e a realização do teste de rastreio periódico, como forma de prevenção da doença.” Acrescenta Fernanda Águas, Presidente da Sociedade Portuguesa de Ginecologia.

O que é o cancro do colo do útero?
Em cerca de 99% dos casos, o cancro do colo do útero é causado pela infecção persistente por HPV de alto risco, vírus do papiloma humano. A sua incidência é de cerca de 900 novos casos por ano. Surge na parte inferior do útero (o colo do útero) e o seu desenvolvimento é silencioso, pelo que não se deve esperar sinais de alarme.

que é o HPV?
O HPV pertence a uma família de vírus muito comuns que causam infecções nas mucosas humanas (colo do útero, vagina, cavidade oral, ânus) e que se divide em 2 grandes grupos:
  • HPV de baixo risco, responsáveis por exemplo pelo aparecimento de verrugas;
  • HPV de alto risco, assim classificados porque podem causar o cancro do colo do útero.
Há 14 tipos de HPV de alto risco. Destes, os tipos 16 e 18 são responsáveis por 70% dos casos de cancro do colo do útero.
Calcula-se que 4 em cada 5 mulheres são expostas ao vírus em algum momento da sua vida.
Na maior parte das mulheres, a infecção pelo HPV é eliminada pelo sistema imunitário, sem nunca ter criado qualquer tipo de sintomas. Porém, em alguns casos, a infecção persiste e o vírus pode provocar alterações nas células do colo do útero, promovendo a sua transformação em células cancerosas.
Como se transmite o HPV?
Qualquer pessoa pode ser infectada com HPV, mesmo tendo apenas um parceiro
sexual.
O HPV é, sobretudo, transmitido por contacto sexual.
A infecção pode persistir durante largos anos sem desenvolvimento de doença.
Porque é que o cancro do colo do útero pode ser prevenido?
Porque tem, geralmente, um desenvolvimento lento e o seu agente causal – o HPV - é conhecido.
É possível prever o risco de desenvolvimento deste cancro e detectar as lesões precursoras através da realização de teste de rastreio. A prevenção através do rastreio regular (teste de HPV e/ou citologia) é fundamental para evitar o cancro do colo do útero.



Para mais informações aceda ao site da Liga Portuguesa Contra o Cancro: Site Liga 





Consequências da Maternidade: Quem me viu e quem me vê!

Quem me conhece bem sabe que sempre fui uma miúda organizada, que gosta de ter tudo arrumado, que gosta de fazer as coisas bem, que gosta de deixar tudo preparado para o dia seguinte, que não deixava nada para fazer em cima do prazo limite, que tinha a casa sempre em ordem, que quando dava um jantar tinha sempre tudo arrumado, bem apresentado e totalmente pronto para receber as visitas (vêem, já comecei a falar no passado...)!
Mas, o cansaço, as mil e uma coisas para fazer, a gestão familiar com 2 crianças pequenas, o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, a tentativa de chegar a todo o lado, de cozinhar, limpar, arrumar, organizar, planear, fazer desporto, conviver, descansar, ler, escrever, conversar fazem com que algumas coisas que antes eram inconcebíveis para mim tenham passado a acontecer, a título de exemplo neste fim-de-semana recebemos uns amigos para jantar e eu não tinha tudo pronto como antes, o queijo para a entrada não estava partido, na casa de banho social estava o balde e a esfergona, enfim, eu sei que não é nada de grave ou de prejudicial, mas a realidade é que eu não gosto que aconteçam, fico chateada comigo e gostava tanto de conseguir fazer mais, de fazer bem e de fazer como gosto, de acordo com a minha exigência, pronto se calhar sou exigente demais comigo própria, mas sou assim, já não é defeito é feitio!

Movimento 2020, um movimento pela saúde alimentar

Os hábitos saudáveis e em especial a alimentação, é um tema que me interessa muito, sobre o qual leio e pesquiso e sobre o qual quero aprender cada vez mais. Para além disso é meu desejo implementar hábitos alimentares mais saudáveis para a minha família, tendo em especial atenção os meus filhos e a sua saúde, pois a saúde não tem preço! 
Tive conhecimento deste projecto da Associação Portuguesa de Dietistas - Movimento 2020, um movimento pela saúde alimentar, que é muito interessante e que vai ao encontro ao caminho que estou a percorrer no que diz respeito à alimentação da família!
Este projecto tem com o objectivo promover e implementar as boas práticas no que respeita à saúde alimentar e hábitos de vida saudável. Em pleno séc. XXI, a literacia em saúde alimentar ainda escasseia na sociedade portuguesa. Muitos são os hábitos que devemos rever para inverter alguns indicadores preocupantes sobre o nosso estilo de vida. Sabendo da necessidade de implementar e promover boas práticas ligadas à sua alimentação, que contribuem para a nossa saúde e felicidade, a AssociaçãoPortuguesa de Dietistas lançou 20 desafios a todos os portugueses, são eles:

1 – Aumentar os níveis de hidratação
2 – Aumentar o consumo de frutas e vegetais
3 – Aumentar o consumo de leguminosas
4 – Aumentar o consumo de pescado
5 – Aumentar o consumo de produtos nacionais
6 – Reduzir o consumo de açúcares
7 – Reduzir o consumo de sal
8 – Reduzir o consumo de gorduras
9 – Reduzir o desperdício alimentar
10 – Aumentar a ingestão e a qualidade do pequeno-almoço
11 – Melhorar a saúde alimentar da grávida/pré-alimentar
12 – Diminuir o excesso de peso aos 36 meses
13 – Melhorar a qualidade dos lanches escolares
14 – Aumentar as food skills das crianças e jovens
15 – Melhorar o estatuto nutricional as pessoas idosas
16 – Aumentar o acesso a consultas de dietética e nutrição nos cuidados de saúde primários
17 – Garantir a identificação do risco nutricional nas instituições
18 – Aumentar a actividade física
19 – Voltar a colocar a dieta mediterrânica na mesa
20 – Aumentar os níveis de felicidade dos portugueses

Mais informações aqui!








1/Junho - Dia da Criança

Hoje comemora-se em Portugal o Dia da Criança, um dia que é sempre especial para os seres mais importantes,  genuínos, sinceros, meigos, amorosos, especiais, únicos que são as crianças e todas deveriam de ser tratados com todo o AMOR, respeito, carinho, atenção, dignidade e todos deveriam de ter o que comer, o que vestir, deveriam de ir à escola, deveriam de sorrir, de brincar e de serem felizes...
Desejo um dia especial, mágico, cheio de amor, de afecto, de respeito, de brincadeiras a todas as crianças (os L´s tiveram um dia assim, "visita de estudo" à Tapada de Mafra para um, brincadeiras com água para outro, mimos e mais mimos na creche, dos papás e dos avós), mas não esqueço aquelas crianças que não poderam ter um dia assim, não posso mudar o mundo mas não esqueço as injustiças deste mundo tão desigual!
E hoje quero partilhar convosco algumas informações que deveriam estar presentes na memória de todos:
A 20 Novembro de 1989 as Nações Unidas adoptaram por unanimidade a Convenção sobre os Direitos da Criança  e a 21 Setembro de 1990 Portugal ratificou a Convenção.

Direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade.
Direito a especial protecção para o seu desenvolvimento físico, mental e social.
Direito a um nome e a uma nacionalidade.
Direito a alimentação, moradia e assistência médica adequadas para a criança e a mãe.
Direito a educação e a cuidados especiais para a criança física ou mentalmente deficiente.
Direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da sociedade.
Direito a educação gratuita e ao lazer infantil.
Direito a ser socorrido em primeiro lugar, em caso de catástrofes..
Direito a ser protegido contra o abandono e a exploração no trabalho.
Direito a crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.
(Ontem à chegada ao evento especial para comemorar o Dia da Criança organizado pelas Barrigas de Amor, na Quinta Pedagógica Armando Villar)

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